PET SOUNDS
Pet Sounds é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda de rock americana The Beach Boys, lançado 16 de maio de 1966 pela Capitol Records.
Tem sido amplamente classificado como o mais influente disco já lançados na história da música e foi classificado número # 1 em várias listas de maiores álbuns de todos os tempos em revistas de música, incluindo a New Musical Express, The Times e revista Mojo. Em 2003, foi classificado # 2 na lista 500 Greatest Albums of All Time, da revista Rolling Stone.
Pet Sounds foi criado vários meses após Brian Wilson ter parado de excursionar com a banda a fim de concentrar sua atenção na escrita e gravação. Nesse trabalho, ele teceu camadas elaboradas de harmonias vocais, juntamente com efeitos de som e instrumentos não-convencionais, como sinos de bicicleta, órgãos, cravos, flautas, teremins e apitos para cães, junto com instrumentos mais usuais como teclados e guitarras. Pode-se considerar que este seja o primeiro álbum do art rock, ou seja, rock em forma de arte no sentido adjetivo da palavra.
LANTERNINHA
Por que o último colocado em um torneio esportivo é chamado de "lanterna"?
A palavra ganhou esse significado na mais importante prova ciclística do mundo, a Volta da França, corrida de 3 300 quilômetros realizada todo mês de julho desde 1903. Nessa competição, o último colocado passou a ser chamado de lanterne rouge ("lanterna vermelha" em francês), em alusão às luzes vermelhas que os trens possuem em seu último vagão – e que os automóveis também adotaram em suas traseiras. "Os trens eram muito populares na virada do século XIX para o XX e isso se reflete na criação dessa expressão", afirma o etimologista Bruno Bassetto, da USP. Devido à fama internacional da competição, chamada oficialmente de Tour de France, a expressão acabou sendo absorvida por outras línguas, como o inglês e o português. "Enquanto Portugal adotou ‘lanterna vermelha’, numa tradução direta, aqui no Brasil a forma consagrada ficou sendo ‘lanterna’ ou ‘lanterninha’", diz outro etimologista, Cláudio Moreno, de Porto Alegre, colunista da revista Mundo Estranho.
FRASE
“Conservar algo que possa recordar-te seria admitir que eu pudesse esquecer-te.” (William Shaskespeare)


