domingo, 11 de dezembro de 2011


Qual é o disco de música pop mais raro e valioso do mundo?

Só pode ser um compacto de 78 RPM, de 1958, do grupo Quarrymen, embrião dos Beatles - formado por John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, mas sem Ringo Starr. No lado A, o disco traz uma versão de "That’ll Be the Day", clássico de Buddy Holly, um dos maiores nomes do rock’n’roll dos anos 50. No lado B, encontra-se "In Spite of All the Danger", raríssima parceria gravada entre McCartney e Harrison. Existe só uma cópia desse compacto, pertencente ao próprio Paul McCartney, que a arrematou do dono anterior por uma quantia não divulgada - especula-se que, no mínimo, 1 milhão de dólares. O lado A havia sido lançado em alguns discos piratas, mas o B permaneceu inédito até 1995, quando saiu a coletânea Anthology, primeiro lançamento oficial de ambas as faixas.
Já o disco comercial mais valioso é a edição original de Yesterday and Today (1966), dos Beatles, recolhida logo após o lançamento por causa da capa, considerada chocante, em que o grupo aparece vestido com aventais de açougueiro, nacos de carne e bebês de plástico desmembrados. Um exemplar foi vendido, recentemente, em um leilão por 38 500 dólares.
Em segundo lugar, vem a primeira edição do álbum The Freewheelin’ Bob Dylan(1963), contendo as quatro faixas que, nas edições seguintes, seriam retiradas de circulação pela gravadora, por considerá-las mórbidas ou politicamente fortes demais: "Let Me Die in My Footsteps" ("Deixem-me Morrer nos Passos de Meus Pés"), "Rocks and Gravel" ("Rochas e Brita"), "Talkin’ John Birch Blues" ("Blues Falando como John Birch", nome de uma figura que representa a extrema direita na política americana) e "Gamblin’ Willie’s Dead Men’s Hand" ("A Mão dos Mortos de Willie, o Apostador"). Um exemplar em bom estado pode alcançar facilmente 15 mil dólares em leilões para colecionadores.

domingo, 16 de outubro de 2011


POLUIÇÃO SONORA

Ando tão decepcionado com a decadência musical brasileira na mídia e isso já faz muitos anos. Existe uma gama de pseudo-artistas fazendo sucesso estrondoso numa coisa efêmera, superficial e de extremo mal gosto. É tão ruim o que a grande massa consome que reflete o grande problema do país, o baixo nível cultural. Como pode o povo consumir algo tão pobre musicalmente e literalmente como bandas emo, sertanejo universitário, funks da vida e outros pops descartáveis? Não, não é possível, isso já não é questão de gosto musical mas de bom senso.
Mesmo nas épocas prolíferas de nossa música sempre existiram coisas ruins mas eram minorias, agora é assustador como a ausência de qualidade reina.

Penso que a invasão e massificação da música ruim tenha começado com a febre nacional pela Lambada no começo dos anos 90 pra em seguida o país se curvar ao Sertanejo romântico e piegas do Zezé, Leonardo & Cia. Quando só se tocava esses choros agudos e melados pelas rádios veio o apocalipse musical; a onda do axé e do pagode. Uma quase totalidade de programas invadiram nossas Tvs com grupos fazendo passinhos e cantando o amor com as rimas mais pobres já ouvidas. Enquanto essas pessoas assassinavam o samba os grupos de axé conseguiam escrever coisas piores e sem música nenhuma expunham dançarinas gostosas como alavanca de vendas. E pasmem! Venderam milhares e milhares de cópias daquelas aberrações em CDs. Depois dessa década assombrosa da mídia nacional o terceiro milênio começou no mesmo ritmo e trocaram-se os atores para os mesmos personagens de mal gosto. A poluição sonora foi reforçada ao longo dessa década por funks bizarros, sertanejos universitários, pops descartáveis e pagodes piores, além de empurrarem para o rock um subgênero que ele não aceitou; o Emo. A coisa musicalmente e visualmente mais vergonhosa dos últimos anos. Mesmo evitando você acaba conhecendo através do vizinho, no comércio, na rua, no trabalho e na tv, algumas indenomináveis criaturas criadas pelo tráfico do entretenimento como; Fiuk, Parangolé, Restart, Cine, Luan Santana, Inimigos da HP, Latino, Michel Telo, mulheres frutas, Bokaloca e outros que consegui esquecer com gosto. Eles estão de fato fadados ao esquecimento mas aparecem outros de igual ou pior nível, e a música ruim em questão, permanece na mídia. E estupra nossos ouvidos. 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

GRANDES ÁLBUNS DE TODOS OS TEMPOS:
DARK SIDE OF THE MOON - Pink Floyd

“The Dark Side of the Moon” vendeu cerca de 30 milhões de cópias no mundo todo e passou 724 semanas, quase 14 anos, entre os álbuns mais vendidos nos Estados Unidos. Estima-se ainda que na Inglaterra, país natal da banda, uma em cada cinco casas possuam o disco. Mas um álbum que tem como tema os problemas universais que afetam o ser humano, destacando a loucura como conseqüência desses problemas, não pode se resumir ao sucesso comercial.
A complexidade do álbum se confunde à complexidade do próprio ser humano. Os temas universais do disco (os tais problemas que afetam o ser humano como submissão ao tempo e dinheiro, paranóias, solidão, falta de empatia) ainda são vividos por todos. Aí reside a longetividade do álbum, que vende 250 mil cópias todo ano. 


DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS

Assinala-se esta terça-feira, dia 4 de outubro, o Dia Mundial do Animal. Um pouco por todo o país, estão previstas atividades de consciencialização e proteção dos animais.

Desde 15 de outubro de 1978 que os direitos dos animais estão fixados na Declaração Universal dos Direitos do Animal, criada pela UNESCO. O objetivo deste memorando é assegurar a preservação das espécies de todo o planeta e garantir o seu bem-estar. O Dia Mundial do Animal celebra-se desde 1930 em homenagem a São Francisco de Assis, um protetor dos animais, que morreu a 4 de outubro de 1226.










domingo, 4 de setembro de 2011

05 de SETEMBRO, ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO DE:
Freddie Mercury, nome artistico de Farrokh Bulsara; foi o vocalista da banda de de rock britânica, Queen. Era considerado pelos críticos e por diversas votações populares um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo. 

Nascido em 05 de setembro de 1946, algo que poucos fãs sabem é que, na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sites na internet.
Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell  Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.
Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda que passa a se chamar Queen. Freddie decide mudar o seu nome para Mercury. Ainda em 1970, ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual (Freddie era bissexual) e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida. Mary inspirou Freddie na música "Love of My Life", de acordo com declaração do cantor e de seus companheiros de Banda, sendo Mary acima de tudo o verdadeiro amor dele.

Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como "Bohemian Rhapsody", Somebody to Love, "Love of My Life" e "We Are the Champions"; hinos eloquentes e de estruturação extraordinária, particulares e sempiternos. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se imagem de marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o público no show tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 70 e principalmente (enchendo estádios de todo o mundo) nos anos 80.
Sua morte em decorrência da AIDS 1991,  causou repercussão e tristeza em todo o mundo. A casa de Freddie Mercury, passada por testamento à sua ex-namorada, Mary Austin, recebeu muitos buquês de flores na época e continua a receber até hoje.
O corpo de Freddie Mercury foi cremado e por este motivo não existe túmulo para que seus fãs possam homenageá-lo. Sua cinzas foram espalhadas na margem do Lago Genebra na Suíça

FRASE
“O fundo de uma agulha é bastante espaçoso para dois enamorados; mas o mundo todo é pequeno para dois inimigos.” (Solomon Ibn Gabirol)

domingo, 28 de agosto de 2011

GRANDES ALBUNS DE TODOS OS TEMPOS:


PET SOUNDS
Pet Sounds é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda de rock americana The Beach Boys, lançado 16 de maio de 1966 pela Capitol Records.
Tem sido amplamente classificado como o mais influente disco já lançados na história da música e foi classificado número # 1 em várias listas de maiores álbuns de todos os tempos em revistas de música, incluindo a New Musical Express, The Times e revista Mojo. Em 2003, foi classificado # 2 na lista 500 Greatest Albums of All Time, da revista Rolling Stone.
Pet Sounds foi criado vários meses após Brian Wilson ter parado de excursionar com a banda a fim de concentrar sua atenção na escrita e gravação. Nesse trabalho, ele teceu camadas elaboradas de harmonias vocais, juntamente com efeitos de som e instrumentos não-convencionais, como sinos de bicicleta, órgãos, cravos, flautas, teremins e apitos para cães, junto com instrumentos mais usuais como teclados e guitarras. Pode-se considerar que este seja o primeiro álbum do art rock, ou seja, rock em forma de arte no sentido adjetivo da palavra. 

LANTERNINHA
Por que o último colocado em um torneio esportivo é chamado de "lanterna"?
A palavra ganhou esse significado na mais importante prova ciclística do mundo, a Volta da França, corrida de 3 300 quilômetros realizada todo mês de julho desde 1903. Nessa competição, o último colocado passou a ser chamado de lanterne rouge ("lanterna vermelha" em francês), em alusão às luzes vermelhas que os trens possuem em seu último vagão – e que os automóveis também adotaram em suas traseiras. "Os trens eram muito populares na virada do século XIX para o XX e isso se reflete na criação dessa expressão", afirma o etimologista Bruno Bassetto, da USP. Devido à fama internacional da competição, chamada oficialmente de Tour de France, a expressão acabou sendo absorvida por outras línguas, como o inglês e o português. "Enquanto Portugal adotou ‘lanterna vermelha’, numa tradução direta, aqui no Brasil a forma consagrada ficou sendo ‘lanterna’ ou ‘lanterninha’", diz outro etimologista, Cláudio Moreno, de Porto Alegre, colunista da revista Mundo Estranho.

FRASE
“Conservar algo que possa recordar-te seria admitir que eu pudesse esquecer-te.” (William Shaskespeare)


terça-feira, 16 de agosto de 2011


Data de morte de ELVIS PRESLEY 
16 de Agosto

Elvis Aaron Presley foi um famoso músico e ator, nascido nos Estados Unidos da América, sendo mundialmente denominado como Rei do Rock. É também conhecido pela alcunha Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 50 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século XX.
Acompanhado pelo guitarrista Scotty Moore e pelo baixista Bill Black, Presley foi um dos criadores do rockabilly, uma fusão de música country e rhythm and blues.
Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial do século XX.  Trinta anos depois de morrer, Presley ainda é o artista solo detentor do maior número de "hits" nas paradas mundiais e também é o maior recordista mundial em vendas de discos em todos os tempos com mais de 1 bilhão e meio de discos vendidos em todo o mundo.

CACHAÇA

Que cachaça não é água, todo mundo já sabe e, quem não sabe, em algum momento da vida vai acabar descobrindo, seja pela ressaca, pela dor ou pelo amor. No entanto, você já parou para pensar de onde vem a branquinha?
A marchinha de carnaval acha que vem do Alambique, outros acham mesmo é que ela vem do bar pronta para afogar qualquer mágoa ou potencializar sentimentos de vitória. Sem questionar o mérito da bebida que mais tem a cara do Brasil.
Para entendermos o nascimento da mais ardente das águas, precisamos voltar aos primórdios da colonização, com o início da produção açucareira. Naquela época, os portugueses tinham não apenas dominio pelo processo de plantio e cuidado da cana, como também contavam com um clima favorável.
Os procedimentos de fabricação do açúcar eram feitos pelos escravos, que faziam a colheita da cana-de-açúcar, esmagavam os caules e cozinhavam os caldos – transformando-os em melados. Essa técnica fazia proporcionava a fabricação de um caldo mais grosso, a cagaça, e era dado aos animais junto com os restos da cana.
Você deve estar se perguntando, onde entra a cachaça que estamos acostumados a ver por ai e quem foi o verdadeiro responsável pela invensão dessa bebida? Pois fique sabendo, que o mentor da cachaça foi o tempo e as condições climáticas. Isso mesmo. O clima favorável e o passar dos dias faziam com que o líquido fermentasse, e se torna-se de alto teor alcóolico. Estima-se que um dia um escravo experimentou o líquido e dai se deu a cachaça.
Outra teoria afirma que em um momento os escravos misturaram o melaço antigo com o novo ocasionaram uma reação química que fez com que o líquido evaporasse, formando assim gotas no teto do engenho. Enquanto os escravos ficavam nos engenhso as gotas caiam em seus corpos, fazendo arder as feridas causadas pelos ferimentos. Acredita-se que, desse fato, nasceu o termo aguardente. Da mesma forma que as gotas que caiam do teto se dirigiam até a boca dos escravos levaram o nome de pinga.
Não demorou para que a pinga, cachaça, aguardente, braquinha, superasse as barreiras dos engenhos de açúcar e se popularizasse no Brasil e do mundo – o resto é história de mesa de buteco.

PENSAMENTO
“Por vezes sentimos que o que fazemos não é senão uma gota d’água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”  (Madre Tereza de Calcutá)



quinta-feira, 21 de julho de 2011


Se as suas finanças andam na corda bamba, talvez esteja na hora de você refletir sobre o que T. Harv Eker chama de “o seu modelo de dinheiro” - um conjunto de crenças que cada um de nós alimenta desde a infância e que molda o nosso destino financeiro, quase sempre nos levando para uma situação difícil. Neste livro, Eker mostra como substituir uma mentalidade destrutiva - que você talvez nem perceba que tem - pelos “arquivos de riqueza”, 17 modos de pensar e agir que distinguem os ricos das demais pessoas. Alguns desses princípios fundamentais são: - Ou você controla o seu dinheiro ou ele controlará você. - O hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem. - A sua motivação para enriquecer é crucial: se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade. - O segredo do sucesso não é tentar evitar os problemas nem se livrar deles, mas crescer pessoalmente para se tornar maior do que qualquer adversidade. - Os gastos excessivos têm pouco a ver com o que você está comprando e tudo a ver com a falta de satisfação na sua vida. O autor também ensina um método eficiente de administrar o dinheiro. Você aprenderá a estabelecer sua remuneração pelos resultados que apresenta e não pelas horas que trabalha. Além disso, saberá como aumentar o seu patrimônio líquido - a verdadeira medida da riqueza. A idéia é fazer o seu dinheiro trabalhar para você tanto quanto você trabalha para ele. Para isso, é necessário poupar e investir em vez de gastar. “Enriquecer não diz respeito somente a ficar rico em termos financeiros”, diz Eker. “É mais do que isso: trata-se da pessoa que você se torna para alcançar esse objetivo.”.

Sentado, eu pensava, enquanto Rodin me esculpia e, qual minha surpresa em constatar que hoje em dia, Beethoven gostaria de ser surdo se ligasse o rádio, é, ele ligaria para o Chimbinha e diria; - Macacos me mordam! – Claro que um Red Label me ajudou no raciocínio mas o que me importa as bijouterias de Saturno se a ponte Rio-Niterói não chega até Lisboa? Sei que é difícil acompanhar a folha que voa em Páginas da Vida mas, como Freud disse no programa do ; - Se Hitler tivesse ganho a guerra do Vietnã, não teríamos hoje as TVs de plasma 72” vindas de Assunção, cidade portuária da Colômbia onde foi filmado, pelo próprio Walt Disney, o 36º episódio do Pato Donald com participação especial de Che Guevara no papel de Carmem Miranda. Tudo em película e atuação ricícula.

FRASE
“Depois do silêncio, aquilo que mais aproximadamente exprime o inexprimível é a música.” Aldous Huxley

NASCERAM NESTA DATA – 21 de Julho
- Ernest Hemingway (novelista americano)
- Alexandre, O Grande (líder macedônio)
- Galvão Bueno (chato-mor da Globo)
- Cat Stevens (músico britânico)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

20 de JULHO - Nasceram nesta data:
Depois de mim, as pessoas mais importantes que nasceram nesta data foram:
- Santos Dumont (minerim que inventou o avião)
- Carlos Santana (guitarrista mexicano, porque lá não tem só o Chaves)
- Gisele Bündchen (modelo gaúcha e do mundo)
- Petrarca (poeta italiano considerado o invertor do soneto)
E outras subcelebridades que podemos omitir.

Morreram nesta data:
- Bruce Lee (o maior artista marcial americano)
- Padre Ciço (famoso sacerdote cearence)
- Pancho Villa (militar e político mexicano)
- Lauro Corona (ator brasileiro)

Como é calculada a distância de uma galáxia?
Pelas cefeídas, que são estrelas que variam sua luminosidade regulamente, isto é, pulsam em períodos constantes e conhecidos. Como o período de pulsação indica a luminosidade real da estrela, seu estudo permite, por comparação com a luminosidade aparente vista da Terra, calcular a que distância ela se encontra. Para medir a distância em que se encontra uma galáxia, escolhe-se uma ceifada dentro dela e aplica-se este método.

Escrever à mão é melhor do que digitar    
Quer aprender alguma coisa? Anote à mão Cientistas da Noruega constataram que quem escreve uma informação à mão se lembra mais dela do que se tivesse apenas digitado. A explicação é que a escrita manual demanda mais esforço e concentração do cérebro, favorecendo o processo de aprendizagem.

Frase
“Todos os sentimentos cansam e "desistem", menos o amor. Sentimento algum é tão teimoso! Até quando passa, não acaba. Posto de lado, jamais se conforma. Mesmo se afogando na impossibilidade, não morre”
(Autor desconhecido)

quarta-feira, 13 de julho de 2011


DIA MUNDIAL DO ROCK
Mas porque 13 de julho? Foi no dia 13 de julho de 1985 que um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem dúvida o maior show de rock da Terra, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial.
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).

Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madonna, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.
No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.

No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!

O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é a cara do ROCK AND ROLL!

ATITUDE!!!

sábado, 9 de julho de 2011


Hoje faz 31 anos que faleceu o nosso poetinha, Marcus Vinicius da Cruz e Mello Moraes (Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 — Rio de Janeiro, 09 de julho de 1980 o Vina, foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro.
Poeta essencialmente lírico, também conhecido como "poetinha, apelido que lhe teria atribuído Tom Jobim. Notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador. O poetinha casou-se por nove vezes ao longo de sua vida. Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. No campo musical, o poetinha teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.

NASCERAM NESTA DATA – 09 de Julho
- Tom Hanks (ator americano, ganhou 2 Oscars)
- Mescedes Sosa (cantora argentina)

NASCEU NESTA DATA – 10 de Julho
- Ronnie James Dio (vocalista de Heavy Metal)

FRASE
“A medida do amor é não ter medida” (Santo Agostinho)

CRÔNICA DE AMOR
 por Arnaldo Jabor
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim, você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

SOL  DE  INVERNO
Um dia de sol no inverno pode se tornar saudoso, a cada raio de sol que penetra na pele um lampejo de memória pode vir à tona, o cheiro de alguém pode aflorar no ar... A trilha sonora de hoje é 'Paixão Antiga' de Tim Maia.

FRASE
"Quando uma pessoa se decide a melhorar suas condições de vida e sabe disciplinar sua mente, com vontade inabalável em direção ao seu objetivo, tudo de bom e oportuno virá ao seu encontro: bons livros, bons amigos, criaturas simpáticas e outros meios que lhe ajudaram a realizar seus justos desejos." (James Allen)


15 FILMES
Conforme havia participado da brincadeira no Facebook, meus 15 + da sétima arte.
- O Poderoso Chefão
- Perfume de Mulher
- Pulp Fiction
- Melhor é Impossível
- Forrest Gump
- Um Sonho de Liberdade
- O Silêncio dos Inocentes
- Taxi Driver
- Cães de Aluguel
- Laranja Mecânica
- Frankie e Johnny
- Sociedade dos Poetas Mortos
- Uma Lição de Amor
- Sem Destino
- Casablanca

NASCERAM NESTE DIA:
- Jean La Fontaine (escritor francês)
- Moraes Moreira (músico e compositor baiano)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

CLASSIC ROCK
É tudo o que mais gosto. Rock clássico (classic rock em inglês) é uma definição dada a músicos de rock'n'roll considerados inovadores, surgidos principalmente entre o princípio da década de 1960 e final da década de 70.
O termo foi criado por estações de rádio para definir a programação que evoluiu a partir do formato album-oriented rock no começo da década de 80.
Embora não seja especificamente um estilo, geralmente serve de rótulo a bandas como Beatles, Rolling Stones e The Who, entre outras lendas do cenário musical. Hoje é o que mais determina o classic rock, ganhar o status de lenda.

LÍNGUA ITALIANA
Bela. Ando me empenhando para aprender o idioma e depois de três meses de curso já dá pra formar algumas frases. Sempre gostei da sonoridade da língua, sua musicalidade e elegância, além da cultura do país, desse povo tão próximo em alguns aspectos com o nosso.

SEM TEMPO e SEM RÁDIO
O tempo de blogar está escasso e minha rádio parou, o que mais tinha gostado desse novo espaço. Bem, mas não vou parar, apenas me reorganizar, vamos repensar a página.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

EU FUI - Abraço aos amigos Érike e Ronie, companheiros de beatlemania de ontem, hoje e sempre. E mais uma vez fomos testemunhar a magia que só este senhor de 68 anos pode nos proporcionar. Crítica do jornal O Globo, da qual concordei; 
RIO - Paul McCartney acaba de fazer um verdadeiro show de música clássica na Zona Norte do Rio. Das 33 canções apresentadas nas duas horas e meia de apresentação, o ex-beatle tocou diversos clássicos da música popular universal - de "All my loving" a "Eleanor Rigby" a "Drive my car" ou "Let it be", todas mais velhas que boa parte da plateia presente ao estádio. O formato do show (de arena), feito para encantar as multidões, pode ter sido o mesmo que o astro apresentou em novembro passado em São Paulo e Porto Alegre, e com o qual Sir Paul tem rodado o mundo na turnê "Up and coming tour". Mas e daí? São sempre assim os concertos de música clássica: todos parecidos, mas igualmente únicos.
E o rock'n'roll é a variação clássica mais popular já surgida na história da música. No palco, a liturgia é seguida à risca: do velho baixo Hofner às guitarras Gibson, dos amplificadores Vox e Marshall que fazem o som soar cristalino e potente ao mesmo tempo, tudo é clássico na apresentação de Paul. Até mesmo as explosões pirotécnicas em "Live and let die". Por mais óbvio que pareçam os truques do músico de 68 anos, o efeito é o mesmo para senhores e senhoras de 50, 60 (70?) anos, adolescentes encantados e crianças espantadas com a vibração quase física daquela música. A euforia completa em "Band on the run" ou as lágrimas incontidas em "The long and winding road", só para citar dois momentos de catarse, comprovam isso facilmente.
Mas o show não seria metade do que foi se Paul McCartney não fosse quem é. Sim, ele joga o tempo todo para a plateia. E joga sujo: arranha frases em português ("Ulá Riio, I aí, cariocas, Bua noiti, Brasil!"), estimula corinhos coletivos, faz caretas que o telão de alta definição capta em detalhes e diverte seu público. Afinal, ele e sua excelente banda, formada por Rusty Anderson (guitarra), Brian Ray (guitarra e baixo), Abe Laboriel Jr. (bateria) e Paul Wickens (teclados e guitarra), são muito bem pagos para executar, com uma boa dose de paixão, as "silly love songs" do chefe.
O que conta, no fim das contas, é o carisma imbatível do homem e a força de suas músicas. Afinal, o cara é um beatle, um velho apaixonado pelo rhythm and blues, com uma quedinha pela distorção - um senhor professor de rock. "Let me roll it", com citação de "Foxy Lady", de Jimi Hendrix, "A day in the life" (com excertos de "Give piece a chance", de John Lennon), "Lady Madonna" e "Day tripper" no bis, até mesmo a farra coletiva que a fraca "Ob-la-di-Ob-la-da" ´promoveu. Paul usou todos os truques que tinha na manga. E o público fez questão de cair em todos eles, sem o menor pudor.
Mesmo assim, houve espaço para surpresas, como o flash mob com balões e um mar de cartazes de "Na na na na" durante os quatro minutos (cronometrados!) de coro em "Hey Jude". "Hey, aquilo foi fantástico", reconheceu o velho roqueiro, já no bis do show. Deve ser por esse tipo de coisa que Paul não larga a estrada: o amor incondicional de 45 mil pessoas há de ter algum poder rejuvenescedor.







sábado, 14 de maio de 2011

PROGRAMAS  HUMORÍSTICOS

E sabadão é dia de... Legendários? Oh, não, que patético, só o Mion acha graça das piadas que ele mesmo faz. Fez do seu programa uma cópia mal feita de tudo o que já está passando na TV, isso porque prometeu inovação e revolução no humor brasileiro. Como o João Gordo  e a trupe do Hermes e Renato toparam essa fria? Eu fico disparado com CQC, se não é a melhor coisa que existe nesse quesito, tem humor irônico e refinado, seu comandante, Marcelo Tas, é um cara inteligente e o programa presta muitos serviços para a comunidade em seus quadros de denúncias, fora a nudez de caráter dos nossos governantes que nos são apresentadas com perguntas afiadíssimas.
Também aprecio o Pânico na TV mas já gostei mas, a fórmula parece desgastada e hoje ali destaco o Eduardo Sterblitch e o Carioca. E admiro muito a condução do Emilio Surita.
Ainda bem que acabou o Casseta & Planeta, já deu a muito tempo.
Bons tempos da TV Pirata, que hoje inspira muito o Comédia MTV, feito com muito talento por Marcelo Adnet, talento ímpar, e sua esposa Dani Calabresa. Destaco também o impagável Paulinho Serra e a graça da Tatá Wernek.
Eu era fã também de Sai de Baixo, com as três primeiras temporadas impecáveis no humor, com Tom Cavalcanti no auge. Ah, como já foi ótimo esperar os programas do Chico Anísio, todos eles, do Jô em seu Viva o Gordo, o auge dos Trapalhões... Mas eu curti muito mesmo foi TV Pirata, suas sacadas e seu grande elenco. Mas minha opção de humor hoje, sábado à noite, é Zorra Total e Legendários...nivelado por baixo.

EFEITO COGUMELO
Ainda que eu falasse a língua do Bin Laden eu não saberia dizer se o Rogério Ceni bate falta inspirado nos cânticos mórmons ou se o verde é mesmo filho do azul com o roxo, apesar do último ter entrado nessa como “laranja”. E olha que muita gente que assiste o Roletrando ainda não decifrou o código de Michelângelo, que após pichar o Muro de Berlin disse que nunca mais votaria num referendo sobre armas calibre 12 e, casando-se com Cyndi Lauper ele rasgaria então sua ficha de inscrição do primeiro Big Brother Brasil. Quem não gostou nada disso foram os paquistaneses que, raivosos como punks no show da Xuxa, enviaram duas réplicas do 14 Bis para derrubarem a Torre Eiffel. Azar da classe média que não vê no Olho de Thundera a oportunidade dos pacotes para o Jurassic Park 4 que o Spilberg não quer dirigir pela debilitação do mal de Parkingson que contraiu de um Gorila radioativo do Congo. 

EFEMÉRIDES – 14 de Maio
Nascimentos
- Che Guevara (ícone da revolução cubana)
- George Lucas (cineasta americano)
- Cate Blanchett (atriz australiana ganhadora do Oscar)
- Mark Zuckerberg (empreendedor americano, criador do Facebook)
Óbitos
- Frank Sinatra (cantor ícone americano)
- Rita Hayworth (atriz americana)



FRASE
"Eu, Carlos Drummond de Andrade, não tenho capacidade intelectual de provar ou não a existência de Deus. Porque? Você tem?"
Carlos Drummond de Andrade (poeta)